Festividade 2016 – Shows

MARCELO CALDI QUARTETO E SORAYA RAVENLE

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12 de setembro – Segunda-feira – 14h às 15h30  – Entrada franca
Show – Salão Nobre
“MPB 50 anos – A Era dos Festivais”
Grupo: MARCELO CALDI QUARTETO
Participação de SORAYA RAVENLE

Sobre o músico MARCELO CALDI QUARTETO
Alcançou projeção nacional a partir das homenagens feitas ao centenário de nascimento de Luiz Gonzaga, em 2012, tendo vencido o Prêmio Funarte e lançado o livro e o disco “Tem sanfona no choro”, editado pelo Instituto Moreira Salles. Compôs oitos arranjos sinfônicos sobre temas gonzagueanos, cantados por Elba Ramalho e executados pela Orquestra Sinfônica de Barra Mansa, Orquestra Petrobras Sinfônica e Orquestra Sinfônica do Recife. Apresentou-se ao lado de artistas como Gilberto Gil, Elba Ramalho, Chico César, Zé Calixto, Geraldo Azevedo, Fabiana Cozza e Daniel Gonzaga, além de atuar como solista de acordeom em concertos com as orquestras Petrobras e Sinfônica do Recife. Com o show Marcelo Caldi Trio, excursionou pelo Brasil e Portugal, reverenciando o rei do baião e também mostrando canções de autoria própria, como o forró “Lembrei do Ceará”. A música está no disco “Forró e Choro Vol. 1”, relançando este ano pela Mills Records, e indicado ao Prêmio de Música Brasileira 2009 na categoria instrumental.

SORAYA RAVENLE

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Sobre a cantora SORAYA RAVENLE
Estrela dos musicais, considerada “a melhor atriz-cantora do teatro carioca” (Zuenir Ventura), Soraya Ravenle se destaca pela versatilidade com que passeia pelos gêneros da música brasileira. Como “cantriz”, protagonizou uma série de grandes musicais: “Dolores”, com o qual ganhou o prêmio Shell de melhor atriz em 1999, interpretando sucessos de Dolores Duran; “South americanway”, de Miguel Falabela; “É com esse que eu vou” e “Sassaricando”, de Sérgio Cabral e Rosa Maria Araújo; “Era no tempo do rei”, de Heloísa e Julia Seixas; “Ópera do malandro”, de Chico Buarque; “Opereta carioca”, de Gustavo Gasparani; “Um violinista no telhado” e “Todos os musicais de Chico Buarque em 90 minutos”, direção de Charles Moeller e Cláudio Botelho. São ao todo 25 musicais ao longo de quase três décadas de carreira.

DANIELA SPIELMANN QUARTETO E ANDRÉA DUTRA

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13 de setembro – Terça-feira – 14h às 15h30 – Entrada franca
Show – Salão Nobre
“Gafieirando – Homenagem à Zé Menezes – 95 anos”
Grupo: DANIELA SPIELMANN QUARTETO, com SILVÉRIO PONTES e MAIONESE DA FLAUTA
Participação de ANDRÉA DUTRA

Sobre DANIELA SPIELMANN
Na gafieira subentende-se a interação entre duas práticas: a dos músicos e bailarinos, geralmente ocorre em um salão para danças com uma banda tocando ao vivo um repertorio de ritmos variados e, em muitos casos, com ênfase no samba. A palavra “gafieira” começou a aparecer no início do sec. XX no Rio de Janeiro e, até hoje, é usada de diversas maneiras: para caracterizar uma localidade, e também pode designar um subgênero do samba, o “samba de gafieira”, como uma maneira de tocar que se refere à dança e música.
Uma das principais ideias que permeiam a gafieira é a de multiplicidade: seja nos ritmos, na intenção de quem frequenta ou nas diversas maneiras que ela pode se manifestar. Uma destas facetas enfatiza a malemolência dos solos e dos improvisos que se harmonizam ao ritmo dançante dos passos dos bailarinos e são somadas à força vocal dos crooners! Isso misturado cria um lugar mágico, cheio de rituais e condutas, onde “bate bola” entre músicos, cantores, dançarinos e ouvintes acontece na “hora do jogo”.

ANDRÉA DUTRA

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Sobre ANDRÉA DUTRA
A cantora carioca Andréa Dutra sempre andou bem à vontade por vários estilos. Foi vocalista de Tim Maia, cantou com Sandra de Sá, Mart’nália, Danilo Caymmi, Dona Ivone Lara e Seu Jorge. Reza a lenda que ela foi a primeira mulher puxadora de samba do bloco Suvaco do Cristo, nos anos 90. No Ano do Brasil na França, cantou brazilian jazz no Palácio de Versailles.
Pelo seu primeiro disco, Andréa Dutra, foi indicada ao Prêmio Sharp. A música Disseram, composta e interpretada por ela, foi pré-indicada ao Grammy latino de melhor música, pelo álbum Soul of Brazil, do selo americano You Records.
Desde 2001 integra o Arranco de Varsóvia, com o qual gravou Na cadência do samba, Prêmio Tim de Melhor Grupo de Samba de 2006. Em 2010, o grupo lançou, pelo Canal Brasil e Mills Records, seu quinto CD e primeiro DVD: Pãozinho de Açúcar – Arranco de Varsóvia canta Martinho da Vila, com participações de Nelson Sargento e do próprio Martinho. Em 2014, o Arranco lançou o CDNa panela pra dançar, pela Mills Records.

ZÉ CARLOS BIGORNA E MÁRCIO GOMES

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14 de setembro – Quarta-feira – 14h às 15h30 – Entrada franca
Show – Salão Nobre
“Eternas Canções”
Grupo: ZÉ CARLOS BIGORNA QUARTETO
Participação de MÁRCIO GOMES

Sobre ZÉ CARLOS BIGORNA
José Carlos Ramos, o Bigorna, nasce em Porangaba, São Paulo, ouvindo música. A flauta doce começa a ser estudada aos nove anos e, logo depois, vem o saxofone, com Mestre Pingo e, aos quinze, a flauta transversa, com o Mestre João Dias Carrasqueira, no Conservatório de Tatuí.
Em 1971, veio para o Rio de Janeiro, a convite de José Roberto Bertrami do grupo Azymuth, com quem tem várias composições. Ganha uma bolsa de estudos na OSB; onde estuda flauta com Norton Morowitz. Aprofunda seus estudos musicais com Odete Ernest Dias e o saxofone com Paulo Moura.
Começa a trabalhar em estúdios, gravando com Alcione, Jorge Ben Jor, Egberto
Gismonti, Gal Costa, Caetano Veloso, Gilberto Gil, João Bosco, Rita Lee, João Donato, Djavan, Roberto Carlos, Marina, Ney Matogrosso, Emílio Santiago, Luís Melodia, Chico Buarque, Francis Hime, Leila Pinheiro, Edu Lobo, Seu Jorge, entre outros.
Paralelamente, toca com Hermeto Pascoal durante quatro anos, fazendo temporadas também com Azymuth, Antonio Adolfo, João Donato, Marcio Montarroyos, Dori e Nana Caymmi.

MÁRCIO GOMES

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Sobre MÁRCIO GOMES
Márcio da Silva Gomes nasceu no Rio de Janeiro no dia 05 de Junho de 1974. Começou a cantar aos quinze anos e logo tornou-se integrante do TORJ ( Teatro de Ópera do Rio de Janeiro). Com esse grupo se apresentou em diversos teatros, dentro e fora do Rio de Janeiro. Desde o ano 2000 apresenta-se pela RIOTOUR no carnaval da Cinelândia, ao lado de Emilinha Borba, Marlene, Adelaide Chiozzo, Carmen Costa e outros.
Julho de 2007, contratado pela Dellarte, participa brilhantemente do Festival de Inverno de Petrópolis. Desde o final de 2008 vem apresentando o show O FADO E O TANGO, momento inédito, onde dois gêneros musicais se harmonizam em uma só voz. Amália e Gardel são relembrados com os mais belos Fados e Tangos de todos os tempos. Esse show virou CD e foi lançado em dezembro de 2009 com imenso sucesso no Teatro Maison de France e em janeiro de 2010 na Modern Sound.
O show ganhou a supervisão de Bibi Ferreira e em 05 de outubro de 2010 chegou ao palco do Canecão com absoluto sucesso. Dezembro de 2011 é lançado no mercado o CD “Márcio Gomes canta Francisco Alves”, uma produção de Rodrigo Faour e arranjos de Alfredo Del-Penho, o disco conta com a participação de Cauby Peixoto na faixa “Eu sonhei que tu estavas tão linda”.