Programação Festividade 31 de outubro de 2013

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Festividade IV Festival da Terceira Idade - 2013

Oficina Artística:

"Por Gentileza" Teatro Musical

31 de outubro - Quinta-feira, às 14h, no Teatro Odylo Casta,filho - UERJ
Por Gentileza - Teatro Musical
Por Gentileza - Teatro Musical
O grupo Mimos Brasil apresenta o espetáculo musical, teatral, mímico e de animação POR GENTILEZA de Leila Carvalho e Josué Soares. O espetáculo traz de forma divertida com músicas, mímica e bonecos, o ideário do Profeta Gentileza, JOSE DATRINO, autor de um livro a céu aberto, escrito nas paredes e pilastras próximas ao Caju e à Rodoviária Novo Rio, na cidade do Rio de Janeiro. Pregando a solidariedade, a cordialidade e a Paz entre os homens, sua filosofia é tema de livros, de teses de mestrado e doutorado e até de enredo de escola de samba (Grande Rio / 2001). Também serviu de inspiração para composições de ícones como Marisa Monte, Maurício Duboc e Gonzaguinha. No teatro, Josué Soares e Leila Carvalho recriam ludicamente os ensinamentos do Profeta, emoldurados pelas músicas originais de Lucina (compositora de sucessos nas vozes de Ney Matogrosso e Zélia Duncan) e Mario Avellar. A peça NÃO representa a vida do profeta Gentileza. Seus pensamentos de paz, gentileza, solidariedade, amor, é que são teatralizados e musicados nesta peça. Uma trupe de mambembes divide-se em múltiplos personagens e com a ajuda de mímica e bonecos contam, cantam, e encantam com várias participações diretas do público. Primeiramente são apresentadas várias cenas cotidianas e contemporâneas. Em seguida – numa transposição de tempo e espaço - os atores representam a história persa de um reino sem gentileza. Ao assistir com tristeza o caos que se tornou a vida de seus súditos, impregnados de descortesia e arrogância, o sábio Rei resolve dar uma festa e convida todos os cidadãos. Após muita dança e música, o Rei manda que tragam uma panela com sopa. Porém não há pratos nem talheres, apenas grandes colheres com compridos cabos de bronze, cujo calor e comprimento impedem que cada um se sirva. Tentados pela apetitosa iguaria, os súditos descobrem então uma inusitada maneira de tomar a sopa! A dificuldade com o calor do bronze acaba por ensinar que com solidariedade todos podem se alimentar.

Palestra:

Palestra sobre prevenção de quedas e acidentes domésticos

31/10 – Quinta-feira – 15h30 – Auditório 11 – UERJ
Palestrante: Edmundo Drummond
Festividade - Palestra - Edmundo Drummond web
Palestrante: Edmundo Drummond - Parceria SESC
Palestra sobre orientações sobre prevenção de acidentes domésticos com o professor Edmundo Drummond. Edmundo Drummond, professor do Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense (UFF) e coordenador do grupo de pesquisa Envelhecimento e Atividade Física, defende que a pratica de exercícios adequados garantem ao idoso maior autonomia, além de promover a inclusão social. O trabalho desenvolvido no grupo segue esta linha de pensamento e trabalha questões físicas, ambientais e comportamentais, que refletem diretamente na vida do indivíduo. “Adotando uma proposta agradável, respeitando o ritmo individual e desenvolvendo a sociabilidade”, garante.

Show:

Homenagem a Luiz Gonzaga

31/10 – Quinta-feira, às 17h, noTeatro Odylo Casta, filho - UERJ
Com Marcelo Caldi Quarteto e participação de Daniel Gonzaga
Marcelo Caldi Quarteto - Homenagem a Luiz Gonzaga
Marcelo Caldi Quarteto - Homenagem a Luiz Gonzaga
O show “Tem sanfona no choro”, de Marcelo Caldi, amplia as fronteiras da música ao revelar a influência da sanfona nordestina num gênero tipicamente carioca, realçando os inusitados caminhos do instrumento de fole no Brasil e mostrando o lado genial de grandes instrumentistas como Luiz Gonzaga, Sivuca e Dominguinhos, entre outros. O espetáculo valoriza o suingue dançante e característico dos ritmos sertanejos, ao mesmo tempo em que destaca o virtuosismo e a interpretação singular de Marcelo Caldi, reconhecidamente um dos mais importantes acordeonistas e compositores de sua geração. Desde o início da carreira, há 17 anos, Caldi vem se dedicando a pesquisar e experimentar as zonas limiares dos diversos estilos e tendências, o forró e o choro, o xote e o maxixe, o tango e o baião, o clássico e o popular... O resultado é uma trajetória artística sem precedentes, marcada pela versatilidade e ousadia, porque cria um diálogo inovador e contemporâneo junto aos precursores do chamado “choro nordestino”, sem dispensar naturalmente as pitadas contemporâneas de jazz; e muito improviso. É o que podemos escutar em peças emblemáticas desse repertório como “Cada um torce como pode” e “Cabaceira mon amour”, de Sivuca, e “Princesinha no Choro” e “Nilopolitano”, de Dominguinhos.

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